Ontem a noite minha leitura do livro ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS foi interrompida pelo sono. Ao fazer a Alice dormir, acabei dormindo também (e isto já está se tornando um hábito).
Estes dias, ao conversar com outro professor sobre a evolução da Teoria dos Números Complexos, o seguinte assunto veio à tona: Ao perguntar à ele sobre qual o motivo pelo qual nós, professores, não debatíamos sobre física e matemática o suficiente (e sendo assim, continuávamos ensinando apenas o que nos foi ensinado, sem ir além em nossos pensamentos) ele me deu a seguinte resposta:
"Hoje, estamos presos à nossa rotina. Rotina esta que nós mesmos criamos. Acordamos, tomamos café, cuidamos dos filhos, saímos para trabalhar, almoçamos, enfim, tudo que fazemos está ordenado no tempo. E este tempo não é suficiente para o desenvolvimento de novas teorias. Um cientista necessita de, muitas vezes, um mês inteiro à sua disposição. Ou mais. Alguns necessitam de uma vida inteira para estudar. E só estudar."
Esta resposta foi extremamente frustrante naquele dia.
Mas analisando minha vida, vejo que ele tinha razão.
Não consegui ler mais do que duas páginas ontem a noite.
Na madrugada, a Alice acordou. Passei a noite em claro.
E hoje estou como um zumbi a trabalhar.
Produção científica e literária zero.
Mas para não dar este "post" como perdido, tenho sim alguns questionamentos a fazer, mas com relação à outra obra: O ROMANCE DAS EQUAÇÕES ALGÉBRICAS, que consegui avançar durante o horário do almoço.
Vou iniciar uma nova postagem para comentá-lo.
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